A Paralisia Cerebral consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não-progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas à várias etiologias, conhecidas e desconhecidas, envolvendo o cérebro imaturo.
No que diz respeito às causas, elas podem ser atribuídas:
1. Pré-natais: aquelas que ocorrem antes do nascimento 2. Peri-natais: aquelas que ocorrem durante o nascimento 3. Pós-natais: aquelas que ocorrem após o nascimento
Há ainda aquelas desconhecidas, nas quais não se consegue detectar a causa ou etiologia.
Quanto aos tipos de Paralisia Cerebral, são fundamentalmente quatro:
- Espástico - Atetósico - Atáxico - Flácido
O mais comum é o tipo Espástico e o mais raro é o tipo Flácido.
Quanto ao tratamento, este consiste em atendimento de uma equipe multidisciplinar, envolvendo neuro-pediatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudióloga e algumas vezes professores especializados.
Casos há que necessitam suporte medicamentoso, quando existe associação de Paralisia Cerebral com Epilepsia ou quando é intensa a espasticidade, sendo então recomendado o uso de relaxantes musculares.
A prevenção da Paralisia Cerebral envolve aspectos os mais diversos, que consistem principalmente em:
- Evitar casamentos consangüíneos; - Fazer pré-natal regularmente, desde o momento, e até antes, da gravidez; - Não ingerir bebidas alcoólicas; - Não usar drogas e evitar o uso de qualquer medicamento; - Não fumar e evitar contato com fumantes; - Evitar situações conflitantes que possam levar ao “stress”.