A Paralisia Cerebral consiste em um grupo heterogêneo de condições patológicas não-progressivas do movimento e da postura, que se manifestam no início da vida, atribuídas à várias etiologias, conhecidas e desconhecidas, envolvendo o cérebro imaturo.
O paciente permanece o período integral na instituição retornando ao final do dia para o convívio familiar.
No que diz respeito às causas, elas podem ser atribuídas:
Há ainda aquelas desconhecidas, nas quais não se consegue detectar a causa ou etiologia.
Quanto aos tipos de Paralisia Cerebral, são fundamentalmente quatro:
O mais comum é o tipo Espástico e o mais raro é o tipo Flácido.
Quanto ao tratamento, este consiste em atendimento de uma equipe multidisciplinar, envolvendo neuro-pediatra, fisioterapeuta, terapeuta ocupacional, psicólogo, fonoaudióloga e algumas vezes professores especializados.
Casos há que necessitam suporte medicamentoso, quando existe associação de Paralisia Cerebral com Epilepsia ou quando é intensa a espasticidade, sendo então recomendado o uso de relaxantes musculares.
A prevenção da Paralisia Cerebral envolve aspectos os mais diversos, que consistem principalmente em: